10/05 - Rio Claro (SP) - Ensaios de Compostagem de Resíduos Orgânicos
Equipe da Oficina
O sábado, dia 10/05, véspera do Dia das Mães, começou cedo para a equipe que irá atuar na compostagem em Lagoa do Ouro (PE), tanto de resíduos de abatedouro quanto de resíduos domésticos. Marcamos um encontro às 06:30 na casa dos pais do Fábio (Cidade Jardim), ponto estratégico entre as repúblicas do João, do Zé e do Rodrigo (ex-Cogeb e ex-Vovó Lúcia, agora, Kartódromo). Zé chegou primeiro, anunciando em altos decibéis, do portão, que já estava na área. Rodrigo ficou com a medalha de prata e a Michaela e o João, com a de bronze, mas todos chegaram bem no horário combinado.
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| Vista interna do terreno |
O Fábio já estava lá, conferindo o cafézinho da mãe dele (Dona Luzia). As 6:45 já poderíamos estar na Washington saindo de São Carlos, não fosse o Fábio ter esquecido a carteira na casa dos pais. Pouco antes da alça de acesso à estrada, demos meia volta, pegamos a carteira dele e rumamos finalmente para Rio Claro, chegando por lá, 2 pedágios depois e quase 20 reais mais pobres, às 07:35. Encontramos o Prof. Dermeval (Derma para os alunos, Dema para os colegas de 2o andar do DEQ) no Posto Xurunga, e de lá fomos ao terreno murado e com portão que ele conseguiu para nossas oficinas de compostagem. Fica o registro de nossa gratidão pelo Derma, não só pelo terreno, mas por toda a assistência. Durante a semana, juntamos a matéria prima para fazer os ensaios. O Fábio conseguiu, em duas 6as-f consecutivas, pegar restos de cortes de carne no açougue Carrara (Vila Nery) e o Rodrigo juntou ótimo material da Feirinha do Kartódromo (bagaço de laranja e de cana) e do cerrado lá da área norte da Federal (folhas secas).
Na verdade, a montagem das leiras foi bem mais rápida do que prevíamos a priori. Com as ferramentas que o Derma conseguiu, tínhamos todas as opções para abrir as leiras, postar as diferentes camadas de matéria orgânica e depois, cobrir tudo com terra e palha. Uma vez cavadas as leiras, foram seguidas as etapas mostradas em sequência nas fotos:
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| ... aguando a leira |
Duas leiras de "carne vermelha", uma de frango, uma de bagaço de cana e duas de "laranja". Michaela mapeou a posição de todas as leiras, portanto sabemos que tipo de adubo será produzido em cada uma delas.
Daí pra frente, o acompanhamento das leiras será feito pela Gabriela, que viu e registrou quase toda a "oficina", uma vez por semana.
Antes de voltarmos, fizemos um tour da saudade por Rio Claro, terra natal do Fábio, encarando o engarrafamento da grande metrópole em pleno horário de pico, passando pelo Mercado Municipal (maioria das lojas fechadas) e indo até a casa onde o Fábio morou quando nasceu. Bateu uma emoção, mas ele não chorou!
Antes de voltarmos, fizemos um tour da saudade por Rio Claro, terra natal do Fábio, encarando o engarrafamento da grande metrópole em pleno horário de pico, passando pelo Mercado Municipal (maioria das lojas fechadas) e indo até a casa onde o Fábio morou quando nasceu. Bateu uma emoção, mas ele não chorou!
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| Casa onde o Fábio viveu em Rio Claro (e como era - foto de 1971) |





2 comentários:
Fábio, essa casa não tem mais nada a ver com a que moramos! Bjs, Flavio
Só o muro de tijolo a vista é o mesmo da nossa época! Rio Claro está bem ajeitada! Beijo
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